Everytime you revive a painful memory
You choose to suffer again
To grab it or to let it go
It's your option
Always.
sexta-feira
quarta-feira
Vá!
Regue a vida com respostas pra você
E perguntas para os outros.
Além de ajudá-los,
Você estará ganhando tempo.
E perguntas para os outros.
Além de ajudá-los,
Você estará ganhando tempo.
terça-feira
Tô nessa.
Na onda do útil, claro e simples.
(se você se contentar com isso)
As combinações de palavras
Que saem de mim
Saem porque não cabem
E quando aqui se encaixam
Ou se estranham
É para fazer ver
A quem quiser
Até onde se pode ir
Então eu tô nessa
Sambando entre o óbvio
O esquecido
E a surpresa,
Depende da sua busca.
O que você quer?
(se você se contentar com isso)
As combinações de palavras
Que saem de mim
Saem porque não cabem
E quando aqui se encaixam
Ou se estranham
É para fazer ver
A quem quiser
Até onde se pode ir
Então eu tô nessa
Sambando entre o óbvio
O esquecido
E a surpresa,
Depende da sua busca.
O que você quer?
Já é hora
Já é hora
De tirar a poeira dos ombros
De pôr a roupa certa
Aquela que é a minha cor
E meu tamanho
Agora
Ando no ritmo que meus pés aceleram
Por vezes na contra mão
Acompanhada ou só
E sempre descalça
O destino de quem passeia
Pode ser indefinido
E isso não é o mesmo
Que estar perdido
Posso parar durante horas no caminho
Que o destino se torna a própria viagem
E se aqui tá bom pra mim
É cá que eu paro
Até que não seja mais assim
E aí eu fui
É menos tchau
E mais até logo
São menos papéis
E mais sabor
Cansaço, cores, vida, amores
E aí eu fui.
De tirar a poeira dos ombros
De pôr a roupa certa
Aquela que é a minha cor
E meu tamanho
Agora
Ando no ritmo que meus pés aceleram
Por vezes na contra mão
Acompanhada ou só
E sempre descalça
O destino de quem passeia
Pode ser indefinido
E isso não é o mesmo
Que estar perdido
Posso parar durante horas no caminho
Que o destino se torna a própria viagem
E se aqui tá bom pra mim
É cá que eu paro
Até que não seja mais assim
E aí eu fui
É menos tchau
E mais até logo
São menos papéis
E mais sabor
Cansaço, cores, vida, amores
E aí eu fui.
Vidro
Sempre sem saber bem porquê
Mas cheia do que dizer
Mais uma vez insisto em te explicar
O que é estar junto, sentir, ficar
Como se tivesse algum sentido
Te tomar pela mão e seguir
Enquanto você se distrai
Assistindo qualquer cena
Pena.
Estourado coração, que lá dentro
Foi deixado e misturado com qualquer resíduo
Meus ouvidos distorcem tudo que este tentou mostrar
E mais uma vez me vejo a te ensinar, mostrar, sorrir
Sem perceber que o dia passou
E cá estou entorpecida
Exausta de uma batalha que nem me cabia
Que comprei pagando com pele, tripas e saliva
Mas de dentro sempre vem algo que diz
Mesmo que eu não quisesse
Esta dor esteve sempre a me molhar os olhos
E dizer que de nada vale
Lutar só e querer transformar
Areia em vidro, água em vinho
O que for
Enquanto ele não quiser
Achar de si o melhor.
Mas cheia do que dizer
Mais uma vez insisto em te explicar
O que é estar junto, sentir, ficar
Como se tivesse algum sentido
Te tomar pela mão e seguir
Enquanto você se distrai
Assistindo qualquer cena
Pena.
Estourado coração, que lá dentro
Foi deixado e misturado com qualquer resíduo
Meus ouvidos distorcem tudo que este tentou mostrar
E mais uma vez me vejo a te ensinar, mostrar, sorrir
Sem perceber que o dia passou
E cá estou entorpecida
Exausta de uma batalha que nem me cabia
Que comprei pagando com pele, tripas e saliva
Mas de dentro sempre vem algo que diz
Mesmo que eu não quisesse
Esta dor esteve sempre a me molhar os olhos
E dizer que de nada vale
Lutar só e querer transformar
Areia em vidro, água em vinho
O que for
Enquanto ele não quiser
Achar de si o melhor.
domingo
Jibóia
Me empresta o ânimo dessa música
Porque hoje dá até pra sair
Vou fingir não me incomodar com tudo isso
E confundir de próposito
A jibóia pelo chapéu
A única coisa certa hoje
É que eu preciso de ar
Por isso vou sair
Copiar os olhares foscos
Daqueles que querem só ver frutos
E se esquecem de regar a raiz
Ah, mas para quê?
Aqui o ar é por demais denso
E eu acabo entendendo que só dá para ser assim por uma noite
Porque irresponsabilidade sufoca
Porque o bruto invisível se manifesta
Não é com a boca que se nega
O que o corpo berra.
Me empresta o ânimo dessa música
E me dá um gole desse veneno
Vou fingir entender suas piadas
E confundir de próposito
Desespero por euforia
Quando será que vão entender?
Porque hoje dá até pra sair
Vou fingir não me incomodar com tudo isso
E confundir de próposito
A jibóia pelo chapéu
A única coisa certa hoje
É que eu preciso de ar
Por isso vou sair
Copiar os olhares foscos
Daqueles que querem só ver frutos
E se esquecem de regar a raiz
Ah, mas para quê?
Aqui o ar é por demais denso
E eu acabo entendendo que só dá para ser assim por uma noite
Porque irresponsabilidade sufoca
Porque o bruto invisível se manifesta
Não é com a boca que se nega
O que o corpo berra.
Me empresta o ânimo dessa música
E me dá um gole desse veneno
Vou fingir entender suas piadas
E confundir de próposito
Desespero por euforia
Quando será que vão entender?
terça-feira
Diariamente
Quem sempre tenta fazer o melhor dos seus dias é ela
Enquanto ele se prende ao seu mundo
Que só se estende até a moldura do espelho
E no outro dia, não é feliz
Porque se esqueceu de plantar.
Ela trabalha, sua e sorri
Enquanto ele desperdiça tanto palavras quanto tempo
O tempo deles
E ela chuva.
Paciência, dias cada vez mais curtos...
Flor
Calor
Folhas
Cobertor
E ela arrebenta tudo num acesso de raiva
Depois, apaixonada, replanta...
E depois é sol
A luz bate no mundo dele todo dia de manhã
E reflete a verdade que dói enxergar
E ele coloca seus óculos escuros
E, pisando nela, sai para trabalhar sem se despedir.
E ela enchente, terremoto, relâmpago.
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